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O mercado tem exigido processos cada vez mais automatizados, que proporcionem agilidade e escalabilidade para o negócio. Nesse sentido, o Gerenciamento de Processos de Negócios (BPM) e a Automação de Processo Robótico (RPA) são ferramentas que proporcionam melhorias no desempenho operacional das empresas.

Cada uma dessas soluções conta com características específicas que devem ser aplicadas de forma sistêmica aos processos corporativos. Neste artigo, mostraremos as vantagens de cada modelo e como eles podem ajudar. Confira!

O que são BPM e RPA?

BPM ou Gerenciamento de Processo de Negócios (Business Process Management) é um modelo que sistematiza e facilita os processos organizacionais. É caracterizado pelo trabalho focado nos elementos individuais de cada processo, do começo ao fim.

O BPM costuma ser utilizado para integrar as estratégias e objetivos da empresa com as necessidades e expectativas do cliente. Os processos passam por transformações, de modo que proporcionem mais agilidade nas atividades. Para que isso seja concretizado é fundamental um mindset que integre tecnologias, processos otimizados e profissionais qualificados.

A RPA ou a Automação Robótica de Processos (Robotic Process Automation) é um modelo que busca fazer um gerenciamento adaptável, mas de forma eficiente. A RPA auxilia empresas que utilizam muitos processos manuais e repetitivos, automatizando as tarefas.

Nesse modelo, os robôs assumem as tarefas repetitivas, de forma mais rápida, com estruturas fortes e alta escalabilidade. Vale lembrar que não são todas as atividades que podem ser realizadas por meio do RPA, apenas aquelas que não exigem capacidade cognitiva, não são complexas ou criticas.

Ou seja, o objetivo desse modelo não é substituir um profissional, mas fazer com que a equipe possa se dedicar a tarefas mais estratégicas e que exigem análises críticas, qualitativas e tomadas de decisões.

BPM vs RPA: as principais semelhanças e diferenças

A principal semelhança entre BPM e RPA é que ambos trabalham com automação, porém o BPM atua de forma mais abrangente, enquanto o RPA lida com processos específicos. Por isso que ambas devem ser encaradas como recursos complementares.

O BPM contribui com o desempenho e a agilidade do processo, diminuindo o tempo do seu ciclo, mas as atividades são realizadas pelos colaboradores. Já o RPA utiliza códigos de software para mecanizar o processo e aumentar a eficiência das operações.

Com o RPA, profissionais qualificados podem desenvolver bots para automatizar os processos, baseados em regras e demandas específicas. Esses bots repetem as atividades realizadas por colaboradores, por meio de integrações com sistemas de TI existentes.

Essa alternativa costuma ser recomendada para empresas com alto volume de tarefas repetitivas e mecânicas, pois aumenta a produtividade, economiza tempo dos profissionais e otimiza custos.

O BPM trabalha de forma mais estratégica, identificando e melhorando os processos das organizações, tornando o negócio mais disciplinado, eficiente e capaz de se adaptar às mudanças.

O modelo pode ser definido mais como um fluxo de trabalho automatizado, possibilitando novas dinâmicas à gestão de processos para as organizações. Depois de implantado, a empresa poderá identificar, por meio de análises e relatórios, onde estão os gargalos e entraves de suas tarefas.

BPM e RPA trabalhando em conjunto

Os dois modelos de gerenciamento podem ser utilizados em conjunto pela empresa. Em relação à força de trabalho humana, o RPA vai diminuir o volume de tarefas que colaboradores costumam executar. Enquanto que o BPM, em complemento, auxiliará a empresa a encontrar soluções mais adequadas para o seu fluxo de trabalho destes colaboradores.

Imagine que um processo operacional demanda um número considerável de colaboradores para realizar tarefas repetitivas. O RPA é utilizado para criar um bot que realizará todas essas ações e pode até dobrar a capacidade de execução. Com isso, não será mais necessário contar com a mesma quantidade de colaboradores. No entanto, por meio do BPM, parte desses colaboradores podem ser realocados em outras funções ou atividades mais importantes.

As duas soluções podem contribuir, tanto individualmente, quanto em conjunto para as empresas. Para isso, é importante mapear as necessidades operacionais e estratégicas do negócio.

Com essa identificação, será possível adaptar e melhorar os processos da sua empresa. Quer saber mais informações? Baixe o e-book  BPM e o contexto tecnológico atual.

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