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Uma arquitetura de microserviços é um método distinto de desenvolvimento de sistemas de software que tem crescido com bastante popularidade nos últimos anos.

Na verdade, para muitos desenvolvedores tornou-se uma forma preferida de criação de aplicações empresariais. Graças à sua escalabilidade, esse método arquitetônico é considerado especialmente ideal quando você precisa habilitar o suporte para uma variedade de plataformas e dispositivos – que abrange a web, celular e Internet de Coisas (IoT) – ou simplesmente quando você não tem certeza do tipo de dispositivos que irá receber.

Explore os microserviços

Embora não haja definição padrão formal sobre o microserviços, existem certas características que nos ajudam a identificar o estilo. Essencialmente, a arquitetura de microserviços que é um método de desenvolvimento de aplicativos de software como um conjunto de serviços pequenos e modulares independentemente, em que cada serviço executa um processo único e se comunica através de um mecanismo leve e bem definido para atender a uma meta de negócios.

Microserviços podem ser implementados através de inúmeras tecnologias, alguma delas (nodeJs, Java, Python, Jython etc.). Esta arquitetura tem mais flexibilidade nas tecnologias acima. Entretanto, entretanto estas tecnologias são fáceis para escalar, serem executadas através de container, dentre outras vantagens.

Demais tecnologias também suportam a arquitetura ou na sua totalidade. Também podem aplicar boa parte dos conceitos para desenvolvimento de microserviços. Devops é um acelerador ao processo de criação e manutenção de um microserviço.

Profissionais que atuam com desenvolvimento, infraestrutura, que possuem boa visão de arquitetura, análise de negócio e que são capazes de efetuar um bom Throbleshuting, têm diferença neste universo. Ainda sobre Devops, não podemos esquecer do ciclo de entrega e implantação continua. Este ciclo é primordial para trazer a agilidade na promoção de um pacote testado, estressado e por fim implantado.   

A arquitetura de um microserviço

Para começar a entender a arquitetura de microserviços, comece a considerar o seu oposto: o estilo arquitetônico monolítico. Ao contrário dos microserviços, uma aplicação monolítica é sempre construída como uma unidade única e autônoma.

Em um modelo cliente-servidor, o aplicativo do lado do servidor é um bloco que manipula as solicitações HTTP, executa a lógica e recupera / atualiza os dados no banco de dados subjacente.

O problema com uma arquitetura monolítica, porém, é que todos os ciclos de mudança normalmente acabam sendo amarrados um ao outro.

Uma modificação feita em uma pequena seção de um aplicativo pode exigir a construção e implantação de uma versão inteiramente nova. Se você precisar dimensionar funções específicas de um aplicativo, talvez seja necessário escalar o aplicativo inteiro em vez de apenas os componentes desejados. Isto é onde a criação de microserviços pode vir ao resgate.

Compreendendo a arquitetura de microserviços

Assim como não há definição formal do termo microserviço, não há um modelo padrão que você verá representado em cada sistema baseado neste estilo arquitetônico. Mas você pode esperar que a maioria de sistemas do microserviços compartilhem algumas características notáveis.

A aplicação construída no formato de microserviço pode, por definição, ser dividido em múltiplos serviços e componentes. Dessa forma cada um desses serviços pode ser implementado, ajustado e, em seguida, redistribuído de forma independente sem comprometer a integridade de um aplicativo.

Como resultado, talvez seja necessário alterar um ou mais serviços distintos em vez de ter que reimplementar aplicativos inteiros. Mas essa abordagem tem suas desvantagens, incluindo chamadas remotas dispendiosas (em vez de chamadas em processo), APIs remotas e maior complexidade ao redistribuir responsabilidades entre componentes.

O estilo dos microserviços é normalmente organizado em torno de capacidades e prioridades de negócios. Ao contrário de uma abordagem tradicional de desenvolvimento monolítico – em que equipes diferentes têm foco específico em, digamos, UIs, bancos de dados, camadas tecnológicas; a arquitetura de microserviços  utiliza-se de equipes multifuncionais.

As responsabilidades de cada equipe é construir produtos específicos com base em um ou mais serviços individuais que se comuniquem de forma coreografada. Isso significa que quando as mudanças são necessárias, não haverá necessariamente nenhuma razão para o projeto, como um todo, levar mais tempo ou para os desenvolvedores ter que esperar por aprovação orçamentária antes de serviços individuais poderem ser melhorados.

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